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Title: TURISMO - Paris - A Cidade Luz - O TREM A SERVIÇO DO TURISMO
Author: CFVV
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O trem regional usado (C5) para se ir de Paris à região de Versailles (Chateau de Versailles) é um double-deck como este, muito interessa...


O trem regional usado (C5) para se ir de Paris à região de Versailles (Chateau de Versailles) é um double-deck como este, muito interessante para acomodar o fluxo de turistas:


Costumo dizer que estar em Paris, é ter uma surpresa a cada esquina. Não apenas por ser belíssima, mas por, instantaneamente, causar tantas emoções ao viajante. Pode ser o detalhe de uma fachada, a vitrine harmoniosa e cheia de sabores de uma boulangerie (misto de doceria e padaria, muito comum na cidade), a atitude do parisiense e até imaginar o que já teria acontecido nessa esquina, seja no século passado, no século XIX ou XV, em plena Revolução Francesa. Ao caminhar pelas ruas da cidade, eu pude sentir a história em cada local, em cada ponto da ciadade!
Paris é a cidade do planeta Terra de maior referência em histórias, romances, atrações culturais, arquitetônicas e de glamour – champanhe, Dior, croissant e Catherine Deneuve, só para começar a lista. Desculpem-me, caros britânicos e seculares egipícios – todos, aliás, muito incomodados pelos franceses! Mas, Paris há séculos continua irresistível e reservando muitas surpresas. Paris nasceu pelas mãos do Imperador Júlio César, no ano 55 antes de Cristo, onde ainda hoje está a Ille de la Cite, ilhada pelo Rio Sena. Marco zero da cidade, a ilha sedia a majestosa catedral de Notre-Dame. A pedra inaugural data de 1163, pelo Papa Alexandre III, e a edificação de estilo gótico, sobre um antigo templo romano, levou 170 anos para ficar pronta.

Em 1804, Napoleão cometeu um dos atos mais, digamos, egoístas e eloqüentes da história: se coroou imperador, em seus interiores. Será por essa a razão que os parisienses passaram a ter fama de esnobes? O fato é que a Notre-Dame estabelece essa grandeza a la parisiense, antes mesmo do célebre Arco do Triunfo, obra de Napoleão por suas batalhas vitoriosas. Também faz com que quem a visite se imagine tanto na coroação de Napoleão – ou lembre do famoso e maltratado corcunda que habitava suas torres –, como se emocione com a força espiritual de seus interiores: centenas de velas acesas, vitrais de cair o queixo (a favorecer torcicolos) e o apelo peso pesado da fé católica

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