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Leoni disse... 14 de julho de 2013 21:30

”Alternativa tecnicamente melhor para Minas e São Paulo de expansão da ferrovia Norte Sul”
Prezados, consultando alguns sites que tratam dos assuntos ferroviários deparei-me com esta proposta de expansão do trajeto para linha ferroviária Norte Sul, que além de mais vantajosa com relação à proposta original, que está planejada para passar pelos extremos oeste mineiro, Limeira do Oeste e Iturama, e paulista em Santa Fé do Sul em locais de baixa demanda, na contra mão do fluxo de cargas, além de um custo e tempo muito maior para a operação a se somar aos 25 anos e ela é extremamente benéfica, econômica, de mais rápida implantação e tecnicamente mais conveniente principalmente para uma região importantíssima em Minas, o Triângulo Mineiro, que de sua divisa com Goiás como Monte Alegre de Minas, Prata e Frutal, ou ainda por Araguari, Uberlândia e Uberaba atualmente servidas por uma ferrovia particular, que poderá ser revigorada, uma vez que hoje funciona de forma capenga a Ferrovia Centro Atlântica antiga Mogiana que recentemente devolveu centenas de km de linhas e utiliza a bitola métrica e poderá instalar a mista e que finalmente poderá ter sua ligação com São Paulo rumo ao porto, que é logisticamente mais conveniente, evitando que haja um trajeto inútil “passeio” pelo interior, e mais centenas de km de ferrovia tenham o mesmo destino, ou seja o sucateamento.
Quando adentrar ao centro norte de São Paulo na cidade de Colômbia, se irá restaurar, reaproveitar e revitalizar praticamente 100% das malhas paulistas e mineiras existentes rumo ao interior que hoje se encontram ociosas ou subutilizadas, além do fato de terminar exatamente no mesmo local, o município de Panorama, podendo eventualmente ser utilizada para os futuros trens regionais de passageiros, algo que se torna inviabilizado se for mantida a proposta.
O texto complementar completo pode ser visto em “Abrir os gargalos” na Revista Ferroviária, ou em São Paulo TREM jeito.
“Como conseguir 700 km de ferrovias a custo mínimo”
de Paulo Roberto Filomeno

 
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