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Title: Governo retoma plano de reativação de ferrovias regionais
Author: CFVV
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O governo federal retomou o projeto de reativação de linhas ferroviárias regionais para o transporte de passageiros. No total, 14 trechos d...

O governo federal retomou o projeto de reativação de linhas ferroviárias regionais para o transporte de passageiros. No total, 14 trechos das regiões Nordeste, Sul e Sudeste fazem parte do plano do Ministério dos Transportes.

O primeiro passo para a reativação das linhas será no Sul do País. De acordo com a portaria nº 260, publicada no Diário Oficial da União de sexta-feira, a Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) irá elaborar estudos de viabilidade técnica, econômica e social dos trechos que ligam Bento Gonçalves à Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul, e Maringá à Londrina, no Paraná.

Para a realização dos estudos, o Ministério dos Transportes destinará R$ 800 mil à UFSC. Os demais trechos também deverão contar com o apoio das Universidades Federais.

Em dezembro de 2007, quando foi apresentado o Plano de Revitalização das Ferrovias, o orçamento estimado para os trens regionais era de US$ 796 milhões.

Segundo o BNDES, assim como ocorreu nas concessões de rodovias realizadas em 2007 pelo governo federal, o banco poderá disponibilizar financiamentos aos consórcios vencedores. Confira abaixo os outros trechos em estudo.

Estado Trecho

Bahia Conceição da Feira – Alagoinhas
Maranhão Codó – Teresina
Minas Gerais Belo Horizonte – Ouro Preto – Conselheiro Lafaiete
Minas Gerais Bocaiúva – Janaúba
Paraná Londrina – Maringá
Pernambuco Recife – Caruaru
Rio de Janeiro Campos – Macaé
Rio de Janeiro Niterói – Itaboraí
Rio Grande do Sul Pelotas – Rio Grande
Rio Grande do Sul Bento Gonçalves – Caxias do Sul
Santa Catarina Itajaí – Rio do Sul
São Paulo Campinas – Araraquara
São Paulo São Paulo – Itapetininga
Sergipe São Cristóvão – Laranjeiras

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Leoni disse... 16 de abril de 2013 10:26

Planejar trens de alta velocidade – TAV antes de trens regionais de passageiros é colocar a carroça na frente dos bois, e se governar é definir prioridades, entendo ser as prioridades no Brasil pela ordem;
1º Trens suburbanos e metrôs domésticos;
2º Ferroanel com rodoanel integrados com ligação Parelheiros Itanhaém, para cargas e passageiros;
3º Trens de passageiros regionais;
4º TAV.
Planejar trens de alta velocidade – TAV antes de trens regionais de passageiros é colocar a carroça na frente dos bois, e se governar é definir prioridades, entendo ser as prioridades no Brasil pela ordem;
E com relação ao cenário mundial seria;
1º Integração Nacional;
2º Integração Sul Americana;
3º Integração com o Hemisfério Norte.
Trens de passageiros regionais são complementares ao futuro TAV, e não concorrentes, pois servem a cidades não contempladas, inclusive Campinas com mais de 1,2 milhões de habitantes e potencial maior do que alguns estados, e muitas capitais do Brasil, portanto comporta as duas opções.
Pelo proposto as mesmas composições atenderiam de imediato aos trens regionais planejados nas maiores cidades brasileiras ~150 km/h utilizando alimentação elétrica existente em 3,0 kVcc, a curto prazo, já dando a diretriz do Plano Diretor quando fossem utilizadas no TAV, aí utilizando a tensão e corrente elétrica de 25 kVca, com velocidade max. de 250 km/h, uma vez que já foi determinado pela “Halcrow” velocidade média de 209km/h para o percurso Campinas Rio previsto para após o ano de 2020, se não atrasar como a maioria das obras do PAC, ou seja longo prazo, este modelo é inédito no Brasil, porém comum na Europa.
Para esclarecer; Não se deve confundir os trens regionais de até 150 km/h com os que existiam antigamente no Brasil, que chegavam a no máximo aos 80 km/h por varias razões operacionais, e o fato de trens regionais e TAV serem de operações distintas não justifica que não tenham que se integrar, sendo que para a estação em SP o local sairá em locais paralelo a CPTM entre Luz e Barra Funda, podendo serem criadas a estação Bom Retiro ou a Nova Luz, no lado oposto em que se encontra a Júlio Prestes.

No mínimo três das montadoras instaladas no Brasil além da Embraer tem tecnologia para fornecimento nesta configuração, inclusive os pendulares Acela e Pendolino que possuem uma tecnologia de compensação de suspenção que permite trafegar em curvas mais fechadas com altíssima porcentagem de nacionalização.


Fala-se de integração ferroviária Sul Americana, e as principais economias após o Brasil são a Argentina, e Chile, e ambos, possuem a bitola de 1,676 m, (Indiana),sendo que só a Argentina possui mais de 23 mil km, o que corresponde, a ~4 vezes mais km que a correspondente brasileira, e km praticamente igual a métrica, e em consulta a técnicos argentinos e chilenos, os mesmos informaram serem infundadas as informações de que circulam no Brasil de que está sendo substituída por 1,43m, e se um dia esta integração ocorrer, ela será feita com a bitola métrica, que já são existentes em outros países, como Bolívia, Colômbia e Uruguai, além dos mencionados, tratando-se portanto de premissas equivocadas plantadas pelos defensores da bitola de 1,43 m.

Mas, quanto ao TAV (Trem de alta velocidade), hum, este não sei não, teve um ex ministro de nome Bernardo, que no início do ano de 2011, deu a seguinte declaração à mídia; ”Trens regionais de passageiros poderão trafegar nas futuras linhas exclusivas do TAV”, assim como acontece na Europa. Ufa, até que enfim o bom senso prevaleceu! Esta era uma noticia que sempre esperava ouvir, e desde a década de 70 se fala dele e agora a previsão é para após 2020, e poucas coisas estão definidas, como estações, trajeto etc, e o modelo projetado é independente, e bitola divergente dos trens regionais existentes 1,6m e que trafega tanto como Trem regional, ou como TAV, portanto pode se afirmar que embora a intenção seja louvável, existe uma contradição do que se falou, e o que esta sendo planejado, além disto aqui, e as obras deste porte tem até data para começar, mas a sua conclusão é imprevisível!

 
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